Jesus e suas perguntas poderosas - Parte I


Jesus e suas perguntas poderosas - Parte I

Ao longo de seu ministério, Jesus nunca desprezou uma oportunidade, por mais banal que parecesse. 

Ele sempre aproveitou cada momento para ensinar valiosas lições espirituais aos que lhe seguiam. 

Sua vida, seu testemunho ensinavam tanto quanto as suas palavras. 

Um dos seus métodos de ensino mais eficazes foram suas perguntas. 

Ao longo de sua vida pública, Jesus fez muitas perguntas. 

Algumas dirigidas aos seus discípulos; outras, ao povo que O escutava; muitas àqueles que Lhe pediam milagres e, por fim, algumas feitas no contexto de parábolas, mas que falam profundamente e nos são feitas hoje, novamente... 

Desde cedo aprendemos na escola a buscar respostas. 

Somos ensinados a estudar para dar as respostas certas. 

Mas poucos de nós foram realmente estimulados e educados a fazer boas perguntas!

Aliás, perguntar sempre foi um momento terrível para qualquer aluno.

Conduzimos nossa vida e carreira buscando achar sempre a resposta correta. 

Este é um caminho que funciona em algumas situações ele delimita, traz foco para um tema, converge para uma única alternativa, e nos traz a sensação de que estamos “no caminho certo”. 

Mas há momentos em que é melhor ficar com uma boa pergunta do que com a “resposta certa”. 

Como Coach, vejo que são poucas as pessoas que aprimoram em suas vidas a  habilidade de fazer boas perguntas.

Mas afinal, o que define uma boa pergunta?

Uma pergunta poderosa é aquela que coloca as pessoas em movimento, que as leva para a reflexão e/ou para a ação. 

É uma pergunta que ecoa em nós e fica ali dentro por um bom tempo.

O maior valor prático do método de empregar as perguntas reside no fato de o questionador não ter de possuir todas as respostas. 

Um cristão pode se engajar numa discussão sem necessariamente conhecer tudo sobre o assunto em debate, desde que não esteja discursando, mas questionando. 

Para aqueles que não se sentem confortáveis diante de sua gama de conhecimento acerca de uma disciplina, ou que não se sentem qualificados para argumentar, o questionamento torna-se uma excelente opção que faz grande diferença no diálogo apologético.

Em um processo de Coaching, o Coach (Profissional do Coaching) faz perguntas, o tempo todo ao seu Coachee (o Cliente).  

Estas perguntas são sempre desafiadoras e promovem a busca de soluções.

Funcionam como um "bisturi", tamanha sua precisão em evocar respostas no cliente.

Mateus nos relata um formato de questão indagativa utilizada por Jesus, recorrente nos relatos do evangelho (Mt 6.25-34). 

Tratarei deste exemplo de Jesus na próxima postagem!


A seguir, Jesus e suas perguntas poderosas - Parte II

Em Cristo!

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