A DEPRESSÃO DE ROBIN WILLIAMS... COMO ENFRENTÁ-LA?

Como enfrentar uma doença que não respeita nem personalidades como Robin Williams e tantos outros famosos? Descubra neste vídeo, algumas dicas para enfrentar a depressão.

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Jesus, relacionamento, rituais e sacrifícios.


Jesus, relacionamento, rituais e sacrifícios.

O banquete realizado por Mateus, seu novo discípulo rendeu ainda uma nova discussão.
Os fariseus ainda incomodados com o banquete foram até os discípulos de João Batista para questionar o comportamento de Jesus e seus discípulos.

Tanto os fariseus quanto os discípulos de João Batista estavam observando um dos jejuns praticados pelos Judeus, provavelmente um dos jejuns estabelecidos na Lei de Moisés que durava dias.

Mas Jesus e Seus discípulos não estavam participando desta disciplina espiritual, então os fariseus e os discípulos de João foram juntos para tirar satisfação do Senhor Jesus.

_ Por que é que nós e os fariseus jejuamos muitas vezes, mas os discípulos do senhor não jejuam?
O jejum é uma das atividades mais espirituais que existe, praticada pela maioria das grandes religiões do mundo. Os judeus, muçulmanos, budistas, e hindus todos praticam o jejum, de uma forma ou outra.

Mas quando Jesus começou sua missão terrestre, Ele fez uma coisa esquisita, ou melhor, algo que Ele não fez chamou a atenção dos religiosos ao Seu redor. Ele ainda não havia ensinado os Seus discípulos sobre o jejum.

Jesus não entrou no mérito da questão. Ao contrário, falou de algo novo, que nem os discípulos de João tinham sido capazes de perceber.

Estar com ele naquele momento liberava os discípulos de praticarem qualquer jejum. Por isso, perguntou para os discípulos de João:

_ Vocês acham que os convidados de um casamento podem estar tristes enquanto o noivo está com eles? Claro que não! Mas chegará o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; então sim eles vão jejuar!

Nosso Coach maior, sabiamente, utiliza-se da ilustração do noivo e de seus convidados, que numa festa de casamento não podiam estar pensando em jejum. Isso não seria coerente.

Ele procura mostrar que numa ocasião assim é mais comum à alegria e a descontração dos convidados, do que a reverência e introspecção dos que jejuam.

Jesus não condenava a prática do jejum. Apenas queria que as pessoas percebessem que o Noivo estava presente, e, por isso, seus convidados festejavam. Ele próprio era o Noivo que alegrava a festa, embora muitos não desfrutassem de Sua presença.

Os Fariseus e os discípulos de João eram culturalmente condicionados a jejuar duas vezes na semana, nas Segundas e Quintas-feiras.
A Lei Mosaica tinha somente um dia de jejum no ano, o dia da Expiação. Esse jejum de dois dias na semana era um bom exemplo do desenvolvimento do tradicionalismo. O jejum perde seu valor espiritual quando se torna uma obrigação e chama a atenção para si mesmo.

Os religiosos permaneciam em seus rituais costumeiros, incluindo a própria prática do jejum (para alguns, um mero ritual), deixando de aproveitar alegremente a companhia d'Aquele que se fez carne para habitar entre nós.

Jesus estava ali, mas muitos O procuravam em outro lugar.
Não satisfeito com a analogia do noivado, Ele ainda usou outra parábola;

_ Ninguém usa um retalho de pano novo para remendar uma roupa velha; pois o remendo novo encolhe e rasga a roupa velha, aumentando o buraco.

A fim de deixar bem claro e entendido o que acabara de ensinar, Jesus sabiamente retirou da cultura desta época mais uma parábola para enfatizar seu ensinamento:
_ Ninguém põe vinho novo em odres velhos. Se alguém fizer isso, os odres rebentam, o vinho se perde, e os odres ficam estragados. Pelo contrário, o vinho novo é posto em odres novos, e assim não se perdem nem os odres nem o vinho.

Jesus se referia aqui a cabras sendo escalpeladas de maneira a permitir que o seu coro pudesse ser usado como recipiente para líquidos.
Essas peles recém-curtidas teriam qualidades elásticas. Quando essas peles envelheciam, o processo de fermentação e expansão do vinho novo fazia com elas se rompessem.

O Judaísmo era inadequado para receber a visão e correções de Jesus, e, portanto, estava se tornando nulo e sem efeitos.
O novo concerto tinha trazido Jesus. Nada mais permaneceria o mesmo.
Impressionante sua sabedoria. Pano novo ainda não tinha encolhido com as lavagens, de modo que o uso de pano novo em roupa velha causaria o rompimento da roupa velha, pois o pano novo vai encolher quando for lavado.

Do mesmo modo, odres velhos tinham sido "esticados até ao limite" e tornando-se frágeis com o vinho fermentado que havia dentro deles, usando-os novamente, portanto, arriscaria estourá-los.

O relacionamento vivaz, afetivo e vibrante dos discípulos de Jesus, essa nova realidade relacional não cabe no odre do formalismo religioso judaico, cheio de pré-conceitos e pré-disposição para o conflito.

O que o nosso Coach estava estabelecendo aqui era um princípio do Reino, que podemos chamar do "princípio do relacionamento e não do ritual, muito menos da religião".

Quantas vezes nós fazemos coisas para Deus, até sacrifícios de algum tipo em vez de simplesmente gastar tempo com Ele, desfrutando da "comunhão do Seu Espírito", da presença do Noivo?

Quando eu era garoto, se acontecesse de nosso vizinho ficar chateado comigo, aquilo não me incomodava muito. Mas se fosse o meu pai quem estivesse aborrecido comigo, aí já era outra história. Nosso relacionamento ficava interrompido; não conseguia encará-lo e não podia chegar perto dele alegremente. Quando havia alguma coisa errada entre mim e meu pai, eu não suportava aquela situação. Tinha que acertar as coisas. Quando há alguma coisa errada entre nós e o nosso Pai celestial, você não consegue suportar a situação e por isso precisa ter que acertar as coisas.

O grande erro dos seres humanos é tentar consertar este relacionamento pelos rituais religiosos. Esta é só uma tentativa, servo como descargo de consciência. Mas lá no fundo, bem no fundo de nosso ser, existe uma saudade da eternidade, um desejo de nos relacionar com Deus. É por isso que nas culturas do mundo inteiro, milhares de pessoas o buscam. Infelizmente de forma errada, como os fariseus da época de Jesus.
O que Deus espera de nós é apenas que nos relacionemos com ele. Esta é a missão de nosso Coach maior. Fazer com que este relacionamento seja possível. Sem rituais, sem indulgências, sem intermediários e aproveitadores.

Gosto muito de uma frase de Joy Dawson que diz: "Só podemos fazer com que outros conheçam a Deus, na medida em que nós próprios O conhecermos".

E só podemos conhecer alguém em que nos relacionamos. Sempre digo que as melhores coisas andam juntas: arroz com feijão, pão com mortadela, queijo com goiabada, eu e Jesus, você e Jesus...

Infelizmente, o excesso de distrações de nossos dias tem dificultado este relacionamento. O próprio jejum pode tomar o lugar da verdadeira comunhão com nosso Coach Jesus. Devemos jejuar, sim, porque em Mateus 6:16 nosso Coach nos ensina; "quando jejuardes" e não "se jejuastes", mas até o ato do jejum não deve tirar o foco da Pessoa do Senhor Jesus.

Em Isaías Isaías 58:1 a 11 nós lemos uma reclamação de Deus contra Seu povo exatamente por este motivo, por causa dos seus jejuns religiosos! Acompanhe comigo este relato impressionante:

O povo pergunta a Deus:
“Que adianta jejuar, se tu nem notas? Por que passar fome, se não te importas com isso?”

O SENHOR responde:
“A verdade é que nos dias de jejum vocês cuidam dos seus negócios e exploram os seus empregados. Vocês passam os dias de jejum discutindo e brigando e chegam até a bater uns nos outros. Será que vocês pensam que, quando jejuam assim, eu vou ouvir as suas orações? O que é que eu quero que vocês façam nos dias de jejum? Será que desejo que passem fome, que se curvem como um bambu, que vistam roupa feita de pano grosseiro e se deitem em cima de cinzas? É isso o que vocês chamam de jejum? Acham que um dia de jejum assim me agrada? “Não! Não é esse o jejum que eu quero. Eu quero que soltem aqueles que foram presos injustamente, que tirem de cima deles o peso que os faz sofrer, que ponham em liberdade os que estão sendo oprimidos, que acabem com todo tipo de escravidão. O jejum que me agrada é que vocês repartam a sua comida com os famintos, que recebam em casa os pobres que estão desabrigados, que deem roupas aos que não têm e que nunca deixem de socorrer os seus parentes. “Então a luz da minha salvação brilhará como o sol, e logo vocês todos ficarão curados. O seu Salvador os guiará, e a presença  do SENHOR Deus os protegerá por todos os lados. Quando vocês gritarem pedindo socorro, eu os atenderei; pedirão a minha ajuda, e eu direi: ‘Estou aqui!’
“Se acabarem com todo tipo de exploração, com todas as ameaças e xingamentos; se derem de comer aos famintos e socorrerem os necessitados, a luz da minha salvação brilhará, e a escuridão em que vocês vivem ficará igual à luz do meio-dia. Eu, o SENHOR, sempre os guiarei; até mesmo no deserto, eu lhes darei de comer e farei com que fiquem sãos e fortes. Vocês serão como um jardim bem regado, como uma fonte de onde não para de correr água.

Neste desabafo de Deus contra a religiosidade do Seu povo, vemos o que é realmente importante aos Seus olhos. Ele não se importa com a autoflagelação, o sofrimento imposto apenas por fins religiosos, mas sim, Ele que ver a justiça, a compaixão, e a misericórdia fluindo através do Seu povo.

Impressionante! O Deus que "faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e envia chuva sobre justos e injustos" quer que nós aprendamos a agir mais e mais como Seus filhos, revelando Seu infinito amor às pessoas ao nosso redor.
Iremos orar, jejuar, subir monte? Sim, tudo isso e mais! Mas precisamos gastar muito tempo na presença do Noivo, para que possamos estar sempre mais e mais cheios da Sua compaixão, Sua misericórdia e Seu amor.

Nosso Coach nos ensina aqui que não se pode ter uma genuína experiência com Deus, por meio do jejum ou outra prática qualquer, com base nos velhos rituais religiosos.
A nova relação com Deus, só combina com novas disposições de coração, mente e vontade. Os discípulos dos fariseus e os de João, estavam perdendo a oportunidade de desfrutar do Vinho novo, porque seus odres estavam envelhecidos pela tradição e pelos costumes, que só os condicionavam a uma velha maneira de viver. Eles tinham dificuldades de romper com esse estilo de vida para receberem o vinho novo de Jesus.
As velhas tradições religiosas estavam impedindo que algumas pessoas pudessem ter uma nova experiência com Jesus. Havia a urgente necessidade de se romper com os velhos padrões de conduta para abraçar uma nova vida em Cristo, aqui representada pelo noivo, à roupa nova e o vinho novo.

EXERCÍCIO:
  • E então, você tem investido tempo na presença do Noivo?
  • Ou você tem gastado seu tempo em rituais ou sacrifícios religiosos achando que isso agrada a Deus?
  • Em sua opinião, o que Deus mais espera de você; Relacionamento ou sacrifício?
  • Que tal a partir de agora, começar um profundo relacionamento com seu Coach Jesus Cristo? 

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