Cuidado com a ganancia humana!


Trecho do livro "Jesus Meu Coach"
7° Sessão: Cuidado com a ganancia humana!
Mateus 21.12-17; Marcos 11.15-19; Lucas 19.45-48; João 2.13-22
Era uma vez um bando de ratos que viviam no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: uns queijos enormes, amarelos, cheirosos, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo era a visão de futuro de todos.
Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe, porque entre ele e os ratos estava um gato. O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho. Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam e mais unidos ficavam.
O ódio a um inimigo comum os tornavam cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam em um dia ter os queijos divididos entre eles. Como nada podiam fazer, reuniam-se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato, e chegavam mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos viveriam do benefício de comer os queijos em partes iguais. “Quando se estabelecer a religião dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos seremos felizes”.
_ O queijo é grande o bastante para todos, dizia um.
_ Socializaremos o queijo, dizia outro.
Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem sempre. E assim eles creram. E pregavam sobre o dia em que comeriam do queijo que crescia. E adoravam juntos, com rabos entrelaçados, gritando: “o queijo é maravilhoso!”.
Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum.
E foi então que a transformação aconteceu. Bastou apenas uma mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem. Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto do queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqueceram-se do gato.
Eles eram agora seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”. Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando..
Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato, gordos e grandes, com olhar malvado e dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica dono do queijo vira gato.
O mesmo acontece no mundo dos homens. Todo homem que fica dono do dinheiro ou de algum poder, também transforma-se e vira gato. Fica ganancioso, egoísta e insensível. No mundo dos homens, descobriram também que a ganância é o resultado lógico da crença de que não há vida após a morte. Os donos de algum poder pegam o que podem enquanto vivem nesse mundo material, pois ignoram o fato de que quando morrerem, nada poderão levar das riquezas que acumularam ao longo de sua curta existência. Descobriram também que o fenômeno da ganancia  acontece até com aqueles que pregam uma vida após a morte. E foi a ganancia dos religiosos que revoltou o Coach da Vida assim que ele chegou em Jerusalém.
Após o casamento em Caná desceu Jesus para Cafarnaum, com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias. Estando próxima a páscoa dos Judeus, subiu para Jerusalém para a Pessach (a Páscoa judaica).  Este seria seu primeiro ato público, a revolta pessoal de Jesus conhecida como “a purificação do templo”, fato que chamou tremenda atenção daqueles que pouco o conheciam.
No caminho para Jerusalém, Jesus viajou com uma grande multidão de pessoas. Porém, ele era tão pouco conhecido nesse período, que podia misturar-se com as pessoas, indo a Jerusalém simplesmente como qualquer um. Pouco tempo depois, isso seria impossível. Porém, agora você vê a Jesus indo de Cafarnaum a Jerusalém para a Páscoa simplesmente como um peregrino, conversando com as pessoas que estavam falando sobre o tal Messias que viria.
A Páscoa dos judeus, já não era mais a Páscoa dos tempos de  Moisés.. Havia sido reduzida a uma festa religiosa judia, apenas um ritual para celebrar. A celebração da Páscoa era feita anualmente no templo em Jerusalém. Todos os homens precisavam ir a Jerusalém três vezes por ano, para celebrar esta festa, a festa de Pentecostes e a festa dos Tabernáculos. A Páscoa coincidia aproximadamente com nosso 14 de abril e durava uma semana. A semana inteira comemoravam o livramento dos judeus da escravidão no Egito.
Muitas famílias judias viajavam do mundo inteiro para Jerusalém durante estas festas fundamentais, assim a área do templo sempre ficava abarrotada durante a Páscoa com milhares de celebrantes forasteiros.
Todo israelita de vinte anos para cima devia pagar na tesouraria do templo meio siclo anualmente como oferta ao Senhor e isto com a exata moeda de meio siclo hebraico. Era exigido também das pessoas que oferecessem animais como sacrifício pelos pecados. Mas por causa da longa viagem, muitos não podiam trazer seus próprios animais. Além disso, tal viagem não faria bem aos animais que seriam rejeitados por causa de imperfeições decorrentes da viagem.
Os líderes religiosos permitiam que cambistas e comerciantes montassem bancas no pátio dos gentios, para a conveniência dos que compareciam, mediante uma taxa para ajudar na manutenção do templo. Os comerciantes e os cambistas faziam um negócio lucrativo no pátio do templo, às custas dos que usavam seus serviços. Por conta disso, o templo de Deus estava sendo mal usado pois predominavam a perseguição do ganho material e as práticas cobiçosas. A Casa do Senhor, que deveria ser casa de sacrifício (2 Crônicas 7:12) e casa de oração (Isaías 56:7) tinha se tornado em casa de negócio, uma feira.
O mundo do primeiro século não era tão diferente do atual: havia homens ricos e pobres, virtuosos e criminosos, livres e escravos. O templo em Jerusalém constituía-se em um lugar de peregrinação para todos aqueles que confessavam o judaísmo como sua religião. Era um lugar visitado por pessoas e comunidades de todas as nações. O templo (que já era o segundo da história) possuía quatro pátios. O primeiro era o pátio dos gentios (e chamava-se hieron), o qual era ocupado pelos mercadores que realizavam trocas (câmbio) de dinheiro e vendiam os animais.
Os frequentadores do templo juntamente com seus líderes religiosos haviam transformado o templo em "casa de comércio" e em "casa de privilégios” em uma religião de fachada. Historiadores afirmam que os movimentos comerciais relacionados ao templo eram monopolizados pelas famílias dos próprios sacerdotes.
Esse era o contexto que Jesus ao chegar no Templo se depara. O mestre decepcionou-se com o que viu: o Templo fora transformado num antro de exploradores inescrupulosos, que se serviam do espaço sagrado para enriquecer, lançando mão dos mais vis artifícios de exploração. Na mais total impunidade, e com a cobertura dos sacerdotes, davam a impressão de estar prestando um grande serviço aos peregrinos. Situação, porém, insuportável para Jesus!
Neste momento, Jesus toma uma atitude que surpreende a todos. Pega um chicote de alguém e expulsa os comerciantes, bem como as ovelhas e os bois, derrama também pelo chão o dinheiro dos cambistas, vira as mesas, e diz aos que vendiam as pombas:
_ Tirem daqui todas estas coisas;
Perceba que aos que vendiam as pombas, Jesus não derrubou seus materiais, porque provavelmente, as pombas eram guardadas em gaiolas e se as derrubassem, poderiam fugir e levar prejuízos aos mercadores. Ele queria apenas que tirassem as gaiolas com as pombas.
_ Não façam da casa de Meu Pai uma casa de negócios.
Vejam a coerência do argumento de Jesus. O que é uma casa de negócio? Uma casa de negócio é onde você compra e vende algo, certo? Uma casa de negócio é onde você obtém lucro sobre a venda daquilo pelo qual você trabalhou. Uma casa de negócio é onde você obtém o que você merece, e você merece o que você obteve!
Nosso Coach nos ensina aqui que uma casa de negócios é um lugar impróprio para uma igreja ou religião, pois uma igreja deve ser uma loja de dádivas, de doações, de gratuidade, de graça. Não o tipo de lugar onde você compra dádivas, mas onde você recebe dádivas. Ele não queria que sua igreja fosse uma casa de negócios. Ele não se importava em agradar aos poderosos. Sua missão de vida estava acima de qualquer interesse político ou religioso. Quem dera tivéssemos líderes religiosos e políticos que não vendessem seus ideais por conta de barganhas políticas. Que tivessem Jesus Cristo como um modelo a ser seguido.
Isso me lembrou de um texto que li em um artigo do site bible.org, sobre uma interessante oração feita em Kansas na sessão de abertura do Senado deles. Parece que oração ainda chateia algumas pessoas. Quando pediram para o ministro Joe Wright abrir a nova sessão do Senado de Kansas, todos estavam esperando o tradicional discurso, mas isso foi o que eles ouviram: Pai celeste, nós estamos diante de Ti hoje para pedir Teu perdão e para buscar Tua direção e liderança. Nós sabemos que Tua palavra diz, 'Cuidado com aqueles que chamam o mal de bem,' mas isto é exatamente o que temos feito. Nós perdemos nosso equilíbrio espiritual e revertemos nossos valores. Nós exploramos os pobres e chamamos isso de loteria. Nós recompensamos preguiça e chamamos isso de bem-estar. Nós cometemos aborto e chamamos isso de escolha. Nós matamos os que são a favor do aborto e chamamos de justificável. Nós negligenciamos a disciplina de nossos filhos e chamamos isso de construção de auto estima. Nós abusamos do poder e chamamos isso de política. Nós invejamos as coisas dos outros e chamamos isso de ambição. Nós poluímos o ar com coisas profanas e pornografia e chamamos isso de liberdade de expressão. Nós ridicularizamos os valores dos nossos antepassados e chamamos isso de iluminismo. Sonda-nos, oh, Deus, e conhece os nossos corações hoje; nos limpa de todo pecado e nos liberta. Amém!' A resposta foi imediata. Um número de legisladores saíram durante a oração em forma de protesto. Em contra partida, sua oração tornou-se conhecida e copiada no mundo inteiro.
A cantora e ativista Rita Lee teve uma daquelas ideias brilhantes, dignas do seu gênio criativo. Reclamando da inutilidade de programas como o Big Brother, ela deu a seguinte sugestão:  "Colocar todos os pré-candidatos à presidência da República trancados em uma casa como essa cheias de câmeras por todos os lados, debatendo e discutindo seus respectivos programas de governo. Sem marqueteiros, sem assessores, sem máscaras e sem discursos ensaiados. Toda semana o público vota e elimina um. No final do programa, o vencedor ganharia o cargo público máximo do país. Além de acabar com o enfadonho e repetitivo horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos. Assim, quem financiaria essa casa seria o repasse de parte do valor dos telefonemas que a casa receberia e ninguém mais precisaria corromper empreiteiras ou empresas de lixo sob a alegação de cobrir o 'fundo de campanha'." A ideia não é incrivelmente boa? É fantástica.Imaginem só, “Casa dos Políticos”.
Atualmente, a igreja contemporânea também tem sido um lugar frequentado por pessoas de diversos níveis sociais, e estas pessoas estão sempre em busca de respostas para a solução de seus problemas e indagações. Além disso, como se não bastasse, existe uma disputa acirrada pelo poder, a exemplo dos fariseus e saduceus que eram partidos políticos rivais. Muitos líderes cristãos da atualidade disputam cargos políticos, títulos e honrarias religiosas, buscando assim, seus interesses escusos, usando da Palavra de Deus para adquirirem “lucros e status” e, no intuito de arrebanhar um número cada vez maior de membros, buscam fórmulas místicas para incentivar os frequentadores de suas igrejas a ofertarem grandes quantidades de dinheiro e, desta forma, prendê-los a uma doutrina de individualismo e ritualismo. Eu até me sinto confuso ao escrever nesse momento. Estou falando de um acontecimento dos tempos de Jesus ou de nosso tempo? Parece que nem tudo muda com o tempo, não é verdade?.
Será que o dinheiro corrompe mesmo? Eu não tenho dúvidas em afirmar que sim. Basta ouvir ou ler as notícias que todos os dias os meios de comunicação nos fazem chegar. Políticos, religiosos, magistrados, militares, comerciantes, industriais, empresários, administradores, classe alta ou média alta, são os alvos preferenciais dos tentáculos venenosos do dinheiro. Ganham somas astronômicas, e quanto mais ganham, mais ávidos ficam de dinheiro e daí as muitas fraudes que cometem para aumentar seus patrimônios.
A ganância tira a satisfação das pessoas e faz elas pensarem que só quem tem dinheiro é feliz nessa vida. Que engano! Os nossos pais e avós viviam com muito menos do que temos hoje e eram muito mais felizes do que as pessoas dessa geração.
Essa geração consumista se parece muito com a história do cão que estava carregando um osso enquanto atravessava uma ponte. Quando ele olhou para a água e viu seu próprio reflexo. Arregalou os olhos, rosnou e achou que era um outro cão com outro osso. Então ele desejou desesperadamente o outro osso. E o que fez? Aproximou-se da beirada da ponte, largou o osso que tinha em sua boca, e latiu para assustar o outro suposto cão. É claro que não havia nenhum outro osso e ele acabou perdendo o osso que havia caído na água. Essa é a natureza da ganância humana. No esforço para conseguir o que queremos, nós frequentemente perderemos o que temos. Tem uma frase de Dale Carnegie, que acho fantástica; “Sucesso é conseguir o que se deseja e felicidade é amar o que você tem”.
É por isso que Jesus, exatamente no primeiro dia de seu ministério público, fez algo tão chocante antes que o dia terminasse, para mostrar a todos os poderosos que ele não teria medo de se posicionar ao lado da verdade. Jesus logo se tornaria uma pessoa pública e precisava posicionar-se publicamente. Mais tarde ele se revelará e explicará para o que veio a esse mundo. Dar as pessoas “Vidas em abundancia”, e isso não se consegue através da ganancia humana.
  • A repercussão entre os religiosos
Quando o barulho e a confusão deram lugar a um silêncio total e à medida que seus olhos se moveram sobre a multidão embevecida pelo dinheiro, seus recém iniciados discípulos  ficavam surpresos, tamanha a coragem de seu mestre. Não pense que Jesus era pálido e franzino como os artistas frequentemente o pintam. Qualquer pessoa que tenha trabalhado numa carpintaria sem ferramentas elétricas, cortando e esquadrejando madeira e fazendo tudo o mais a mão, nunca se parecerá com a frágil pessoa pela qual ele é frequentemente retratado em muitas obras. Como um homem sábio e organizado, sabia alimentar-se adequadamente, e pela jornada que tinha pela frente, precisaria estar bem preparado fisicamente.
Outro grupo que frequentava o templo eram as vítimas dos sacerdotes e daqueles que serviam a Deus em benefício próprio. A purificação do templo foi realizada também para acabar com a desigualdade estabelecida naquele lugar que deveria ser santo. Na multidão havia pessoas pobres que não podiam comprar um cordeiro e acabariam passando a noite acordadas olhando para o teto, questionando se elas jamais conseguiriam entrar no reino eterno. Se a religião fosse uma coisa que o dinheiro pudesse comprar, o rico entraria no céu e o pobre estaria condenado ao inferno eterno.
Mas havia também as pessoas que tinham os recursos. Estes dormiam bem à noite porque tinham segurança. Porém, era uma segurança falsa, baseada naquilo que eles faziam para ganhar o favor de Deus. Eram ricos de bens materiais, mas pobres em espirito. Como um primoroso Coach, Jesus queria reeducar estas pessoas que não conseguiam enxergar os planos de Deus. Ele queria alcançar aqueles que não tinham qualquer segurança e aqueles que tinham uma falsa segurança.
A história prova que Jesus não odiava os ladrões, não odiava os religiosos, não odiava os cambistas e não odiava os ricos. Jesus não foi lá para pegá-los, pelo contrário, ele os amava. Mais tarde, ele iria às festas e comeria com eles. Ele assistiria à reunião de coletores de impostos,  ficaria lado a lado com sacerdotes e administradores (escribas). Jesus apenas queria que acordassem da religiosidade que os adormecia.
E por falar em religiosos, os líderes judeus ficaram sabendo do barulho causado por Jesus e furiosos com toda aquela algazarra foram até ele saber o motivo de tal revolta:
_ Escute aqui jovem, quem lhe deu o direito de fazer isso? Quem você pensa que é? Que milagre você pode fazer para nos provar que tem autoridade para fazer isso?
Jesus respondeu:
_ Derrubem este Templo, e eu o construirei de novo em três dias!
_ Como ousas! A construção deste Templo levou quarenta e seis anos, e você diz que vai construí-lo de novo em três dias?  
Caro leitor, é bom você se acostumar com a linguagem de Coach da Vida. Quando Jesus falar sobre sua missão, usará geralmente muitas parábolas, histórias curtas que propõem claros significados. E quando falar sobre si mesmo, Jesus usará metáforas, palavras que evocam ricos significados. Seus ouvintes do passado entenderam. Quando não entenderam, perguntaram. Seus ouvintes de hoje precisam entender. Se as parábolas podem trazer alguma dificuldade, as metáforas nos transportam para verdades diante das quais temos que tomar uma decisão.
O templo do qual Jesus estava falando era o seu próprio corpo. Mais adiante, ao final de sua curta história terrena, quando Jesus ressuscitar, os seus discípulos lembrarão o que ele disse neste momento e então crerão em suas palavras. Jesus tinha pleno conhecimento de sua missão de vida e de seus planos. Possuía um roteiro bem definido e estava focado em cumpri-lo. Vamos ainda aprender muito com seu maravilhoso roteiro de vida.
A seguir: Um importante religioso, procura Jesus na calada da noite para aquela que seria uma inesquecível sessão de coaching.  
PARA PENSAR E FAZER:

  • Você tem sido uma pessoa honesta com aqueles a sua volta e consigo mesmo? Tem vendido suas convicções e filosofia de vida por dinheiro, amizades supérfluas ou prazer? Tem valido a pena?

0 comentários:

Postar um comentário